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#2255909

Fragmento I

“O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo. Não existe entre o círculo familiar e o Estado uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição.”

(Holanda, 1995:141.)


Fragmento II

“Vivo e absorvente órgão da formação social brasileira, a família colonial reuniu, sobre a base econômica da riqueza agrícola e do trabalho escravo, uma variedade de funções sociais e econômicas. Inclusive, como já insinuamos, a do mando político: ou oligarquismo ou nepotismo, que aqui madrugou, chocando-se ainda em grafia foi utilizada como um exemplo válido para toda a sociedade brasileira.”

(Freyre, 1994:22-23.)


Tendo em vista a análise dos fragmentos, a opinião dos consagrados autores e a realidade brasileira colonial, é possível inferir corretamente que as ideias

  • dos autores são antagônicas e, apesar disso, ambas estão relacionadas à realidade brasileira colonial.
  • de ambos, apesar de pequenas diferenças, são complementares e abrangem a realidade brasileira colonial.
  • dos pensadores anteriormente citados se diferem apenas em relação ao significado de público e privado na política.
  • dos dois historiadores englobam, de maneira primordial, toda a verdade acerca das relações sociais e políticas do período colonial.
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