O passado deve ser interrogado a partir de questões que
nos inquietam no presente (caso contrário, estudá-lo fica
sem sentido). Portanto, as aulas de História serão muito
melhores se conseguirem estabelecer um duplo compromisso: com o passado e com o presente. Compromisso
com o presente não significa, contudo, presentismo vulgar.
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma História
prazerosa e consequente”. Em: Leandro Karnal (org.),
História em sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No artigo citado, considera-se “presentismo vulgar”
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