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#3071806

O mal do panamá da bananeira (Musa spp.) é causado por Fusarium oxysporum f. sp. cubense (E.F. Sm.) W.C. Snyder & H.N. Hansen. Trata-se de um fungo habitante do solo e que coloniza os vasos do xilema, levando à murcha e culminando com a morte das plantas de bananeira. O patógeno pode ser classificado em raças tendo como base a sua capacidade de infectar diferentes subgrupos e variedades de bananeira. As raças que afetam a bananeira são divididas em 1, 2 e 4, esta última subdividida em subtropical ST4 (subtropical 4) e tropical TR4. Visando a proteção das lavouras nacionais foi publicada em 05 de junho de 2020 a Instrução Normativa n° 30, que Institui o Plano Nacional de Prevenção e Vigilância de F. oxysporum f.sp cubense raça 4 tropical - PNPV/Foc R4T).
A preocupação com F. oxysporum f.sp cubense raça 4 tropical e a publicação desta portaria que estabelece os procedimentos operacionais para aplicação de medidas de prevenção e de contingência, contenção, supressão e erradicação, de focos de F. oxysporum f.sp cubense raça 4 tropical (Foc R4T), deve-se a necessidade de proteção das lavouras de bananeira nas diferentes Unidades de Federação

  • por, apesar de ser uma praga endêmica em lavouras de bananeiras e helicônias, pode causar grandes impactos econômicos.
  • por ser uma “Praga Quarentenária Presente – PQP” que representa perigo pela grande capacidade de dispersão e sobrevivência do patógeno no solo e pela suscetibilidade das diferentes cultivares e subgrupos de bananeiras.
  • pois, apesar de ser uma “Praga Quarentenária Presente – PQP”, representa perigo pela grande capacidade de sobrevivência do patógeno no solo, pela maior virulência e agressividade desta raça (Foc R4T) comparada às demais, suscetibilidade das principais cultivares de banana ao patógeno e pelos prejuízos potenciais que pode acarretar como aumento no custo de tratamentos, perdas na produção e restrição à exportação dos frutos de banana.
  • por, apesar de ser uma “Praga Não Quarentenária Regulamentada – PNQR”, sua presença pode afetar o cultivo de bananeiras e helicônias, e gerar grandes impactos econômicos, justificando a adoção de medidas restritivas ao transporte e comercialização de mudas e plantas de bananeira e de frutos de banana.
  • por ser uma “Praga Quarentenária Ausente – PQA” que representa perigo não só pelas suas características, como grande capacidade de sobrevivência do patógeno no solo e virulência às diferentes cultivares e subgrupos de bananeiras, como pelos prejuízos potenciais que pode acarretar como aumento no custo de tratamentos, perdas na produção e restrição na exportação para determinados mercados.
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