Mulher de 34 anos, G2P1, comparece sozinha para
ultrassonografia obstétrica de rotina com 32 semanas de
gestação, sem queixas. A gravidez evoluía bem, com pré-natal
adequado. Durante o exame, o médico ultrassonografista
observa ausência de movimentos fetais, ausência de batimentos
cardíacos e hidropsia fetal generalizada. Realiza manobras
complementares e confirma o óbito fetal intraútero.
Diante do achado, o profissional se depara com a paciente
ansiosa, perguntando se está tudo bem com o bebê.
O ultrassonografista é responsável por realizar o exame, redigir o
laudo e comunicar os achados ao obstetra assistente, mas não é
o profissional responsável pelo pré-natal.
A conduta mais apropriada diante dessa situação é
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