I. “A IA generativa não é neutra, nem ética por natureza — e seu uso, sem as devidas cautelas,
expõe instituições a riscos importantes.” (linhas 9 e 10)
II. “Apesar de carregar ‘inteligência’ no nome, a IA não possui senso crítico, tampouco
compromisso com o interesse público. Ela opera com base em padrões estatísticos e
correlações — ou seja, sem discernimento moral, legal ou institucional.” (linhas 11 a 13)
Com base no conteúdo dos excertos, leia as possibilidades de inferência:
I - A inteligência artificial pode reproduzir falhas, vieses e limitações presentes em seus dados e
programação, sendo capaz de gerar conteúdo inadequado, e, por depender de padrões estatísticos,
pode incorrer em erros de julgamento, o que demanda cautela por parte das instituições usuárias.
II - O reconhecimento da falta de neutralidade e ética da IA implica restrição categórica ao seu uso no
âmbito público, de modo que a incorporação dessa tecnologia deve ser evitada para a garantia da
integridade administrativa.
III - Por sua característica automatizada, a IA é limitada à execução de comandos programados, sem
engajamento com valores morais ou princípios institucionais; assim, sua utilização pressupõe
responsabilidade de programadores e de usuários na definição dos parâmetros éticos a serem
seguidos.
IV - A evidência de que a IA carece de senso crítico indica que as informações geradas pela tecnologia
estarão em desacordo com princípios éticos e morais, o que inviabiliza sua adoção de modo
responsável no serviço público.
Assinale a alternativa CORRETA:
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