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#2191226
Texto da Questão:

Diante da ameaça de calote do Equador, que se recusou
a pagar 243 milhões de dólares ao Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o governo
brasileiro decidiu abandonar a retórica da conciliação.
O presidente Lula ordenou que o embaixador brasileiro que serve
em Quito voltasse ao Brasil para consultas. A medida é um passo
para o rompimento das relações diplomáticas com o país
sul-americano. A última vez em que se adotou medida desse tipo
foi em 1999, em retaliação a manobras de tropas colombianas no
norte do Brasil. O BNDES era o financiador de uma obra da
construtora Odebrecht que vem sendo alvo de acusações de
irregularidades pelo governo de Rafael Correa. Em setembro,
Correa anunciou a expulsão da companhia do país. A nova
postura da diplomacia brasileira foi elogiada por ex-chanceleres
que, no entanto, acham que a medida pode ter chegado tarde.

O Globo, 22/11/2008, capa (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, assinale a opção correta com relação ao atual panorama latino-americano.

  • O atual governo equatoriano chegou ao poder com apoio explícito dos EUA, o que causou desconfianças entre os vizinhos sul-americanos.
  • O episódio descrito no texto é o primeiro em que, nos últimos anos, uma empresa brasileira sofre algum tipo de constrangimento na região.
  • Em geral, a atual diplomacia brasileira tem sido considerada inflexível ou intolerante com ações extremadas de nacionalismo de seus vizinhos.
  • Ao chamar seu embaixador de volta ao país, o Brasil cortou relações diplomáticas com o Equador e exigiu receber o empréstimo concedido.
  • Atualmente, convergência de pontos de vista tende a aproximar os governos da Venezuela (Hugo Cháves), da Bolívia (Evo Morales) e do Equador (Rafael Correa).
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