Paciente do sexo feminino, com 58 anos de idade, sem
antecedentes patológicos, refere, em consulta médica, palpitações
taquicárdicas de início súbito há quatro horas, após ingesta
abusiva de álcool no dia anterior. Nega outros sinais ou sintomas.
Ao exame físico, mostra-se eupneica e acianótica, em bom estado
geral, com pressão arterial de 118 mm/Hg × 74 mm/Hg,
frequência cardíaca de aproximadamente 138 bpm e ritmo
cardíaco irregular em dois tempos e sem sopros. O restante do
exame físico não revela anormalidade. O seguinte
eletrocardiograma (com calibração padrão) foi realizado na
chegada ao pronto-socorro.
No caso clínico 10A1-II, a terapêutica mais apropriada, conforme
a Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial de 2025, é
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