No Brasil, a preocupação com o atendimento às pessoas com
deficiência data da época do Império, com a construção do
Imperial Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamin
Constant, em 1854. Apenas em 1961, o atendimento é inserido
na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que aponta o
direito à educação preferencialmente no sistema geral de ensino.
No entanto, somente depois que o Brasil se torna signatário da
Declaração de Salamanca é que as políticas públicas para a
educação inclusiva começaram a ser formuladas, a partir de
1994. Passados 30 anos de lutas e diálogos sociais, Leis, Notas
Técnicas, Resoluções e Portarias promulgaram, orientaram e
estabeleceram as bases nacionais para o fortalecimento da
Inclusão em todos os âmbitos sociais.
No espaço escolar há ainda muito por fazer, mas já conseguimos
perceber importantes mudanças.
Nesse sentido, acerca das principais práticas que podem tornar
uma escola inclusiva, avalie as afirmativas a seguir.
I. A escola inclusiva se vê como uma escola para todos,
respeitando a diversidade da comunidade que a compõe
(professores, estudantes, funcionários e familiares).
II. Na escola inclusiva não apenas os(as) professores(as) são
responsáveis pelo ensino e aprendizagem, mas os(as)
estudantes têm espaço para construir o conhecimento de
acordo com suas habilidades, tendo respeitado sua
singularidade e necessidades.
III. A escola inclusiva garante em suas ações educativas a
perspectiva inclusiva, tendo-as respaldadas em seu Projeto
Político Pedagógico, realizado por meio do diálogo com toda
a comunidade escolar.
Está correto o que se afirma em
Autenticação
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