Os pais humanos com privação de sono sabem o valor
de um cochilo rápido, mas parece que os pinguins-debarbicha nos superam quando o tema é dormir.
Em uma colônia de pinguins-de-barbicha que fazem
ninhos, é desafiador dormir. O sol de verão da Antártida
fornece luz solar 24 horas por dia, sete dias por semana,
iluminando a agitação de milhares de pássaros barulhentos.
Além disso, há o cheiro de amônia misturado com peixe
podre e guano de pinguim que dá água nos olhos.
Ao fazer o ninho, essas aves antárticas tiram cochilos
de quatro segundos, uma estratégia que permite que os pais
mantenham vigilância constante sobre ovos e filhotes
vulneráveis, tudo isso enquanto eles acumulam 11 horas de
sono total por dia.
Os pais pinguins-de-barbicha se revezam na guarda
do ninho. Enquanto uma ave protege os filhotes —
geralmente dois —, a outra procura alimentos no mar. Em
seguida, os pinguins trocam de lugar.
Durante os dois meses entre que se coloque os ovos e
o nascimento dos filhotes, a dinâmica incansável dos
pinguins-de-barbicha destaca a dedicação e a habilidade
dessas aves em equilibrar as demandas do cuidado dos
filhotes com as condições desafiadoras da Antártida.
(Fonte: National Geographic — Adaptado.)
De acordo com o texto, um dos desafios específicos
enfrentado pelos pinguins-de-barbicha durante o período de
nidificação, ou seja, fazer ninhos, é:
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