Uma paciente de 52 anos, diagnosticada com câncer de mama
triplo-negativo (RE-, RP-, HER2-), iniciou tratamento com paclitaxel
em combinação com carboplatina como quimioterapia
neoadjuvante. Com a progressão da doença, foi indicada mudança
de esquema para inclusão de pembrolizumabe em combinação
com quimioterapia.
Durante o acompanhamento, o farmacêutico clínico revisou o
esquema terapêutico e orientou a equipe multiprofissional sobre
possíveis diferenças no mecanismo de ação, perfil de toxicidade e
manejo de eventos adversos quando se associa imunoterapia à
quimioterapia tradicional.
Com base no contexto apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. O pembrolizumabe é um anticorpo monoclonal anti-PD-1 que
bloqueia um ponto de controle imune, permitindo maior
ativação de linfócitos T contra células tumorais.
II. A associação da quimioterapia com imunoterapia no câncer de
mama triplo-negativo não possui racionalidade clínica, pois
ambos os tratamentos atuam exatamente na mesma via de
ação.
III. O farmacêutico deve monitorar os parâmetros hematológicos,
os sinais de toxicidade imune e orientar a equipe sobre sinais
precoces de reações autoimunes quando a imunoterapia é
incluída no esquema.
Está correto o que se afirma em
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