Tifo epidêmico (Tifo europeu, tifo clássico; tifo transmitido por
piolho; febre das prisões). Seres humanos são o reservatório
natural para a
Rickettsia prowazekii, que tem distribuição
universal e é transmitido quando fezes de piolho são arranhadas
ou esfregadas nos locais da picada ou de outras feridas (e,
algumas vezes, nas mucosas dos olhos ou da boca).
Depois de um período de incubação de 7 a 14 dias, febre, cefaleia
e prostração ocorrem de maneira súbita. A temperatura alcança
40° C em vários dias e permanece alta, com sinais leves de
remissão matutina durante aproximadamente 2 semanas. A
cefaleia é generalizada e intensa. Pequenas máculas róseas que
aparecem do quarto ao sexto dia cobrem o corpo de modo
rápido, geralmente nas axilas e na parte superior do tronco,
normalmente excluindo as palmas, as plantas dos pés e a face.
Mais tarde, o exantema torna-se escuro e maculopapular. Em
casos graves, o exantema torna-se petequial e hemorrágico.
Esplenomegalia pode estar presente. Hipotensão ocorre na
maioria dos pacientes gravemente enfermos. Colapso
circulatório, insuficiência renal, sinais de encefalite, equimoses
com gangrena e pneumonia são sinais de prognóstico reservado.
O controle de piolhos é fundamental para evitar a transmissão
desta doença, que pode acometer crianças, jovens e adultos.
O antimicrobiano mais indicado para o tratamento do tifo
epidêmico é: