“Conceber o avaliar implica em conceber a
criança que se avalia e essa não é uma prática
neutra ou descontextualizada como procura se
caracterizar a avaliação no ensino regular, onde
os professores determinam sentenças sobre os
alunos sem perceber o seu inalienável
compromisso com os julgamentos proferidos. É
preciso, portanto, resignificar a avaliação em
educação infantil como acompanhamento e
oportunização ao desenvolvimento máximo
possível de cada criança, assegurando alguns
privilégios dessa instância educativa, tais como
o não atrelamento ao controle burocrático do
sistema oficial de ensino em termos de
avaliação, e a autonomia em relação à estrutura
curricular.” Este pensamento pertence a:
Autenticação
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