Os dados mais recentes sobre incêndios florestais confirmam o
que há muito tempo temíamos: as queimadas estão cada vez
mais generalizadas, queimando hoje pelo menos o dobro da
cobertura arbórea do que há duas décadas.
Usando dados de pesquisadores da Universidade de Maryland,
atualizados para cobrir os anos de 2001 a 2023, calculamos que
a área de perda de florestas por fogo aumentou em cerca de
5,4% ao ano durante esse período. As queimadas agora
resultam em quase 6 milhões de hectares a mais de perda de
cobertura arbórea por ano do que em 2001, uma área
aproximadamente do tamanho da Croácia.
Os incêndios também estão compondo uma parcela maior da
perda de cobertura arbórea global em comparação com outras
causas, como mineração e silvicultura. Embora os incêndios
tenham sido responsáveis por apenas cerca de 20% de toda a
perda de cobertura arbórea em 2001, eles agora representam
cerca de 33%.
Esse aumento na atividade de incêndio tem sido extremamente
visível nos últimos anos. Queimadas recordes estão se
tornando a norma, sendo que os anos de 2020, 2021 e 2023
foram o quarto, terceiro e primeiro piores anos para incêndios
florestais globais, respectivamente.
Considere o excerto: “Os incêndios também estão
compondo uma parcela maior da perda de cobertura
arbórea global em comparação com outras causas, como
mineração e silvicultura”. Em relação à regência correta do
termo “comparação”, pode-se afirmar que, no contexto, ele
está
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