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#3684804

Casal de 36 (mulher) e 38 anos (homem), com 3 anos de infertilidade primária, procura atendimento especializado. Paciente relata ciclos menstruais regulares (28-30 dias), nega cirurgias pélvicas prévias. Parceiro sem comorbidades. Exames da paciente: FSH no 3º dia do ciclo: 14,2 mUI/mL (VR: 3-10), hormônio antimülleriano (AMH): 0,8 ng/mL (VR: 1-4), estradiol no 3º dia: 65 pg/mL, ultrassonografia transvaginal: contagem de folículos antrais (CFA) = 4 (ambos os ovários). Histerossalpingografia: tubas pérvias bilateralmente. Espermograma do parceiro: volume 3,2 mL, concentração 48 milhões/mL, motilidade progressiva 52%, morfologia 5% (critério de Kruger). Cariotipo do casal: 46,XX e 46,XY normais. Sorologias negativas para ambos. Considerando os marcadores de reserva ovariana e as diretrizes atuais de reprodução assistida, qual a melhor estratégia terapêutica para este casal?

  • Inseminação intrauterina com estimulação ovariana controlada (gonadotrofinas) por até 4 ciclos, seguida de FIV se insucesso, mesmo em caso de resposta ovariana muito baixa.
  • FIV com protocolo de antagonista de GnRH, priorizando vitrificação de oócitos em múltiplos ciclos para posterior fertilização.
  • Fertilização in vitro (FIV) com protocolo de antagonista de GnRH e transferência embrionária após cada ciclo de estimulação.
  • Coito programado com citrato de clomifeno 100 mg por 3 ciclos seguido de IIU com gonadotrofinas por 3 ciclos, reservando FIV como última opção.
  • Ovorecepção (ovodoação) imediata considerando a reserva ovariana muito baixa (AMH < 1 ng/mL e FSH > 12 mUI/mL).
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