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Foi encontrada 1 questão.
#3715392
Texto da Questão:

Para responder à questão, considere o caso apresentado a seguir:


Uma criança de 4 anos com neuroblastoma metastático de alto risco (MYCN+) completa indução e TCTH. Inicia manutenção com betadinutuximabe (dinutuximabe-beta, Qarziba®) em infusão curta (5 dias, 20 mg/m²/dia, 8h/dia).

Qual é a conduta inicial apropriada no caso, considerando que se trata de síndrome de extravasamento capilar (Capillary Leak Syndrome – CLS) grau 3?

  • Interromper o betadinutuximabe imediatamente; fazer expansão volêmica cautelosa (10 mL/kg, SF 0,9% em 30 min); iniciar norepinefrina 0,05‑0,1 mcg/kg/min se a hipotensão persistir após volemia; retomar o betadinutuximabe a 50% da taxa de infusão se PA normalizar e a oligúria se resolver em 2‑4 h.
  • Suspender o betadinutuximabe até o dia seguinte; fazer expansão volêmica de 30 mL/kg; iniciar dopamina 5‑10 mcg/kg/min como vasopressor inicial; retomar o betadinutuximabe no dia +3.
  • Interromper betadinutuximabe imediatamente; proceder à hidratação mínima (5 mL/kg); iniciar milrinona 0,5 mcg/kg/min; retomar o betadinutuximabe apenas no próximo ciclo após fazer um ecocardiograma.
  • Suspender betadinutuximabe definitivamente neste ciclo e iniciar expansão volêmica vigorosa (30 mL/kg, SF 0,9% em bolus); considerar introdução de albumina 20% se não houver resposta.
  • Interromper betadinutuximabe imediatamente; fazer expansão volêmica agressiva (30 mL/kg, SF 0,9% + albumina 20% 1 g/kg); iniciar furosemida 1 mg/kg IV; retomar o betadinutuximabe a 50% se estabilizar.
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