Um paciente de 55 anos com diagnóstico de esclerose múltipla
apresenta marcha parética e espástica instalada de forma lenta e
progressiva nos últimos cinco anos. Ontem observou
embaçamento visual em olho direito, e a ressonância magnética
evidenciou lesões hiperintensas periventriculares e na medula
espinhal torácica e lesão captante de contraste na porção
intraorbitária do nervo óptico direito.
Segundo as diretrizes atuais, o tratamento modificador da
doença aprovado para essa forma é
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