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#2262992

Paciente P., 9 anos, sexo masculino, portador de Síndrome de Down, vem em consulta acompanhado pela mãe, após encaminhamento de neurologista, por hipótese diagnóstica de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Quanto a essa comorbidade, é correto afirmar que

  • a sociabilidade característica da Síndrome de Down impossibilita o diagnóstico de TEA.
  • a criança deve ser reencaminhada ao neurologista pediátrico para que peça exames laboratoriais e de imagem que justifiquem a dúvida diagnóstica.
  • a criança pode apresentar características autísticas, porém o diagnóstico de comorbidade não pode ser feito de acordo com os manuais de classificação diagnóstica.
  • crianças com Síndrome de Down apresentam risco de TEA maior do que a população geral.
  • o diagnóstico de comorbidade é um desgaste desnecessário à família, uma vez que a conduta e o tratamento não sofreriam alterações.
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