Num vilarejo da Mancha, de cujo nome não quero lembrar-
-me, há muito tempo vivia um fidalgo dos de lança em lanceiro,
adarga antiga, rocim magro e cão corredor. Uma olha com algo
mais de vaca que de carneiro, salpicão na maioria das noites, duelos y quebrantos aos sábados, lentilhas às sextas, algum pombinho
como prato especial aos domingos consumiam três quartos de sua
renda. O restante dela, acabavam-no saio de velarte, calças de veludo para os dias santos, com seus pantufos do mesmo pano e nos
dias de semana se honrava com sua burelina de mais fina.
(CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de. O engenhoso fidalgo D. Quixote da
Mancha. Tradução de José Sánchez e Carlos Nougué. São Paulo: Abril,
2010. p. 51.)
“[...] de cujo nome não quero lembrar-me [...]” O verbo que
está flexionado no mesmo tempo do verbo destacado anteriormente está em:
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