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#2295974

O texto a seguir analisa o agravamento da situação fiscal no Brasil em período recente.

Com o PIB e a arrecadação menores, o déficit primário aumentou de 17 bilhões de reais em 2014 para 111 bilhões em 2015, apesar do corte de despesas. A dívida líquida do setor público, por sua vez, passou de 32,6% do PIB em dezembro de 2014 para 35,6% em dezembro de 2015. Já a dívida bruta saltou de 56,3% para 65,5% do PIB. Uma decomposição dos fatores que levaram ao aumento de 9,3 pontos percentuais na dívida bruta em relação ao PIB mostra, no entanto, que o déficit primário sequer foi o principal responsável por essa elevação. Os componentes que mais destoaram dos anos anteriores foram o pagamento de juros, que aumentou sua contribuição, e o crescimento do PIB, que passou a colaborar menos para a redução da dívida-PIB.

CARVALHO, L. Valsa brasileira: do boom ao caos econômico. São Paulo: Editora Todavia, 2018, p.100-101.

De acordo com a autora, o agravamento da crise fiscal no Brasil entre 2014 e 2015 resultou do

  • congelamento das despesas correntes e do aumento do déficit fiscal nominal
  • aumento do déficit fiscal nominal e da recessão econômica em curso
  • aumento do déficit fiscal nominal e do maior crescimento do PIB
  • aumento do déficit fiscal primário e do maior crescimento do PIB
  • aumento do déficit fiscal primário e da queda da arrecadação
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