As comunicações administrativas devem ser sempre formais. Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio
eletrônico (por exemplo, e-mail e documento gerado no SEI!) quanto para as impressas.
A formalidade de tratamento vincula-se, também, à necessária uniformidade das comunicações. Se a Administração
Pública Federal é unificada, é natural que suas comunicações sigam o mesmo padrão.
O estabelecimento desse padrão, uma das metas deste Manual, exige que se atente para todas as características da
redação oficial.
De modo a contribuir para uma boa redação e o uso correto da língua portuguesa, o Manual de Redação da Presidência
da República contém noções gramaticais e ortográficas para consulta e, além disso, traz as seguintes recomendações:
• a língua culta é contra a pobreza de expressão e não contra a sua simplicidade;
• o uso do padrão culto não significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem próprias do
estilo literário; e
• a consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um bom texto.
(BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República. 3 ed. Brasília: Presidência da República, 2018. Fragmento.)
O texto destaca aspectos fundamentais da redação oficial, alinhando-se aos princípios que regem a produção de atos
normativos e comunicações no âmbito do poder público. Com base no texto e no conteúdo da redação oficial, a comunicação
administrativa deve ser descrita, entre outros aspectos, pela:
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