O neoplatônico Plotino sempre foi a inspiração do artista pernambucano, Tunga, falecido em 2016.
Ele voltou ao filósofo e à alquimia para gerar corpos marcados pela energia da conjunção. Tunga, no
fim da vida, chegou a fazer uma exposição em que tornava clara essa sua ligação hermética com a
“via úmida”, uma das técnicas usadas pelos alquimistas no passado para transformar a matéria, unindo
o princípio ativo masculino (enxofre) com o feminino (o mercúrio, volátil).
A curadora da exposição, Isabella Rjeille, acrescenta outra referência de Tunga, Santo Agostinho,
para justificar a presença de tantos baldes, dedais e sinos em suas esculturas.
http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,tunga-revela-os-misterios-do-corpo-no-masp,70002119027. Acesso em
30/01/2018
Em relação à arte atual e ao trabalho de Tunga, o texto nos traz a confirmação sobre a
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