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#1726372

O cirurgião-dentista deve estar preparado para operar, garantindo o máximo de segurança ao paciente e minimizando a chance de ocorrência de uma complicação trans ou pós-operatória. No entanto, quando estas acontecem, devem ser imediatamente identificadas e a conduta clínica mais adequada deve ser tomada para minimizar os danos ao paciente. Sobre as complicações trans e pós-operatórias em Odontologia, assinale a alternativa INCORRETA:

  • No caso de alvéolo seco ou alveolite seca, o tratamento consiste na curetagem copiosa do alvéolo, irrigação com solução salina estéril e a inserção de medicamento no alvéolo.
  • Na fratura da tuberosidade maxilar a primeira opção é fixar o dente a ser extraído e adiar a extração por seis a oito semanas, durante as quais ocorrerá a cicatrização óssea.
  • Para comunicação oroantral, se esta for pequena (2 mm ou menos de diâmetro), nenhum tratamento adicional será necessário. Se a abertura for de tamanho moderado (2 a 6 mm), uma sutura em forma de oito deve ser realizada acima do alvéolo dentário.
  • O alvéolo seco, ou alveolite seca é um atraso na cicatrização, mas não é associado a uma infecção. Essa complicação pós-operatória causa dor moderada a intensa, mas, sem que tenha sinais ou sintomas característicos de infecção, como febre, edema e eritema.
  • As infecções são uma rara complicação depois de uma extração dentária de rotina. Uma assepsia cuidadosa, por meio de cirurgia por retalho e debridamento depois da cirurgia, podem ser o melhor modo de prevenir uma infecção em áreas de retalhos mucosos.
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