“Da busca quase obsessiva pela restauração
de uma urbanidade perdida – a cidade como lugar
público – passa-se pois à apologia do caos, da cidade labiríntica, da errância, da (des)ordem etc.”
(Arantes, 1998, p. 187).
A crítica apresentada pela autora se refere às intervenções de revitalização urbana numa busca de criar identidade e reforço de laços sociais,
criando cidades labirínticas e fragmentadas. Esta
crítica está relacionada:
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