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#2233921

Estudos observacionais de base populacional conduzidos no Brasil revelam prevalências de dislipidemia de 43% a 60%. A dislipidemia é um fator de risco cardiovascular relevante, pelo desenvolvimento da aterosclerose. Logo, dada sua elevada frequência na população geral, o diagnóstico e tratamento adequados da dislipidemia são majoritariamente de responsabilidade da Atenção Pimária. A este respeito é INCORRETO afirmar-se:

  • O diagnóstico de hipercolesterolemia familiar deve ser considerado se houver níveis muito elevados de colesterol e presença de xantomas tendinosos.
  • Para usuários de estatinas e fibratos, provas de função hepática (aminotransferases/transaminases) e muscular (CPK) devem ser realizadas no início do tratamento, após 6 meses.
  • Alguns óleos vegetais que contêm quantidades significativas de ácidos graxos saturados, como os óleos de palma e de coco devem ser evitados da dieta.
  • Fibratos devem ser tomados preferencialmente em horário afastado das estatinas.
  • O ácido nicotínico, apesar de ajudar no controle de hiperlipemia, não atua na prevenção de eventos cardiovasculares maiores.
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