a campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:
‘Eh bobagem!’
Daqui a muito progresso tecno-ilógico,
quando for impossível detectar o domingo
pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas,
em meu país de memória e sentimento,
basta fechar os olhos:
é domingo, é domingo, é domingo
SÁLVA, Camila; DIEDRICH, Andressa. O cotidiano nos versos de
Adélia Prado. Instituto Ling, 31 jul. 2020. Disponível em:
https://institutoling.org.br/explore/o-cotidiano-nos-versos-deadelia-prado. Acessado em: 12/11/2025.
No poema (Texto 1) o eu-lírico em algum dos versos diz:
“Daqui a muito progresso tecno-ilógico,
quando for impossível detectar o domingo,
pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas…”
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