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#2747541

Entre as décadas de 1980 e 2010 emergiu uma nova historiografia da escravidão na Idade Moderna, cujo foco englobava, além das formas de trabalho, a diversidade da organização sociocultural dos africanos e afrodescendentes escravizados e trazidos para o Brasil.


Assinale a opção que caracteriza corretamente os autores e as obras responsáveis por esta renovação no campo da historiografia.

  • Em 1999, Robert Slenes publicouNa Senzala, uma flor: esperanças e recordações na formação da família escravae comprovou a tese de Gilberto Freyre a respeito da licenciosidade sexual dos negros cativos
  • Em 1988, Sílvia Hunold Lara publicou o livroCampos da Violência, obra em que apresentou o escravo enquanto coisa, objeto de uso e abuso na sociedade colonial, incapaz de organizar a resistência ao sistema escravista
  • Em 1982, Kátia Mattoso publicouSer escravo no Brasil, um estudo marxista que enquadrou a escravidão colonial brasileira como um sistema econômico e social fundado no modo de produção escravista.
  • Em 1987, com o artigoMarcelino, filho de Inocência crioula, neto de Joana Cabinda: um estudo sobre famílias escravas em Paraíba do Sul, José Luis Fragoso e Manolo Florentino demonstraram a impossibilidade de os escravos criarem laços duráveis, por morte precoce ou pela separação no momento da partilha
  • Em 2000, Luis Felipe de Alencastro publicouO Trato dos Viventes: formação do Brasil no Atlântico Sule mostrou como as relações entre a América Portuguesa e Angola se completavam num só sistema de exploração colonial, cuja singularidade ainda marcaria o Brasil contemporâneo.
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