Pacientes com ressecção extensa do intestino
delgado apresentam absorção gravemente
comprometida, risco de desidratação, acidose
metabólica e deficiência múltipla de micronutrientes. A
adaptação intestinal, dependente de GLP-2, ocorre em
semanas a meses, mas nem sempre é suficiente para
manter autonomia enteral. Diretrizes ESPEN (2016) e
ASPEN (2020) indicam que o manejo nutricional deve
combinar modulação da dieta, uso criterioso de nutrição
parenteral e vigilância de eletrólitos. Considerando a
fisiopatologia e as recomendações, qual estratégia
nutricional representa a conduta inicial mais consistente
em pacientes com <100 cm de íleo funcional restante?
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