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Foi encontrada 1 questão.
#3484295
Texto da Questão:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 O caso Americanas

[...] o rombo bilionário nas planilhas da Americanas só reforçou a importância da contabilidade, de seguir regulamentações e padrões contábeis para evitar problemas financeiros.
Em resumo, o valor de mais de 40 bilhões em dívidas é resultado de uma operação que envolve seus fornecedores e os bancos. Porém, o que é preciso destacar é que o processo da operação é comum, mas o grande problema enfrentando pela empresa estava na forma como o registro dessas dívidas eram feitas nas planilhas contábeis.
O processo era simples: o fornecedor recebia os pedidos e, antes da venda, a Americanas quitava o pagamento com um empréstimo do banco. Com isso, o fornecedor recebe e a companhia paga depois a instituição bancária com os juros. Isso é legal. O problema foi na hora de registrar esses valores.
Em vez de registrar a dívida financeira, a Americanas registrava no balanço a dívida com o fornecedor que − não tinha juros. E isso ao longo de vários anos, o que causou o rombo bilionário na companhia.
O coordenador contábil de Atlas Inteligência para Gestão, Paulo Picarelli, falou sobre o caso e trouxe pontos importantes que as empresas podem se atentar para evitar riscos na contabilidade, comprometendo, assim, a saúde financeira da empresa.
[...]
Disponível em: https://www.atlas.com.vc/caso-americanas. Acesso em 19/08/2024.

Entre as práticas que contribuíram para a ocultação da real situação financeira da empresa, destaca-se uma operação na qual o banco realiza o pagamento de fornecedores em nome da empresa, postergando o reconhecimento da dívida. Tal prática pode comprometer a transparência dos relatórios financeiros, ferindo princípios éticos fundamentais da contabilidade. Assinale a alternativa que identifica corretamente a prática contábil utilizada pela empresa e que resultou nessas inconsistências.

  • Classificação incorreta de despesas como investimentos, inflacionando o valor dos ativos e distorcendo a rentabilidade.
  • Reclassificação ética inadequada de provisões de passivos contingentes, violando o princípio da relevância.
  • Manipulação de contratos de longo prazo para antecipação de receitas, comprometendo a prudência contábil.
  • Prática deforfaitou risco sacado, onde o banco realiza o pagamento de fornecedores, adiando o reconhecimento do passivo pela empresa.
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