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#3705707

Puérpera de 33 anos, G2P2, no 3º dia após cesariana, queixa-se à enfermeira de dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e palpitações. Refere também mal-estar geral e sensação de desmaio iminente. Não apresenta febre ou tosse. História pregressa: sem trombofilias conhecidas, nega tabagismo. Na gestação atual, foi mantida em repouso prolongado por ameaça de trabalho de parto pré-termo. Exame físico: PA: 95×65 mmHg, FC: 128 bpm, FR: 32 irpm, SatO₂: 87% em ar ambiente, MV presente bilateralmente, sem estertores, trombose venosa profunda ausente nos membros inferiores. Exames laboratoriais: ECG: taquicardia sinusal, Gasometria arterial (em O₂ 2L/min): pH 7,48, pCO₂ 30, pO₂ 61. Troponina e BNP discretamente elevadas. Dímero-D: 2400 ng/mL.
A melhor conduta para esse caso é

  • iniciar anticoagulação com heparina de baixo peso molecular e solicitar angiotomografia de tórax para confirmação diagnóstica.
  • solicitar angiotomografia de tórax antes de qualquer conduta, pois a anticoagulação empírica aumenta risco de hemorragia pós-cesárea.
  • realizar doppler de membros inferiores antes de iniciar tratamento, e anticoagular apenas se TVP for confirmada.
  • iniciar anticoagulação plena com heparina não fracionada e indicar angiotomografia apenas se houver piora clínica.
  • iniciar anticoagulação empírica imediata e solicitar ecocardiograma para avaliar sobrecarga de VD antes da angiotomografia.
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