Leia um trecho do discurso proferido em 1977 pela nadadora
Maria Lenk perante a Comissão Parlamentar de Inquérito que
abordou a prática do futebol feminino no Brasil:
A mulher não se esteriliza e não perde as suas características
femininas quando pratica esporte. Pelo contrário. Se não tem
saúde, músculos trabalhados, resistência física, a mulher jamais
será uma boa mãe. Será uma péssima reprodutora nesse sentido
físico. A mulher deve fazer esporte. Ela se embeleza, não com
aquela beleza de miss, que precisa de máscaras artificiais, mas
com aquela beleza natural, saudável, que se reflete na pele, na
cor da sua saúde, na sua postura. Através do esporte se revelam,
se projetam os campeões, os ídolos do povo que merecem
imitação. A restrição [ao futebol] se reflete no ingresso da mulher
no esporte [em geral], porque ela não tem a quem imitar.
Adaptado de: Agência Senado.
As afirmativas a seguir apresentam corretamente marcos
normativos da história brasileira da participação das mulheres no
esporte, à exceção de uma. Assinale-a.
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