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#3525920

Lactente de 5 meses com síndrome de Down, sexo masculino, é admitido na UTI pediátrica no pós-operatório de correção de defeito de septo átrio ventricular (DSAV). No pré-operatório, fazia uso de furosemida e captopril. Tempo de CEC: 45 minutos e de anoxia de 10 minutos. Estável no intraoperatório e sai do CC sem drogas vasoativas. Seus sinais vitais após 2 horas de admissão na UTI são: temperatura 38,2 ºC, FC: 191, PAi (cateter radial direita: 86x45, pressão arterial média: 58), Sat 89% por oximetria de pulso. No exame físico, suas extremidades estão frias, mosqueadas, tempo de enchimento capilar: 4 segundos. Gasometria arterial mostra oxigenação limítrofe e ventilação adequada. Lactato: 65 mg/dL. Após o terceiro bolus de fluido de 10 mL/kg, a perfusão continua inalterada.
Qual a próxima conduta mais apropriada no manuseio desse paciente?

  • Iniciar administração de levosimendan em infusão contínua.
  • Continuar com bolus de fluido, 5 a 10 mL/kg de peso, mas associar albumina para melhor repleção do volume intravascular.
  • Iniciar epinefrina em 0,5 mcg/kg/minuto, titulando a dose para atingir uma pressão arterial média de 65 mmHg.
  • Iniciar dobutamina 15 mcg/kg/minuto e realizaroverdrivedo marcapasso para assegurar sincronia atrioventricular.
  • Iniciar milrinona na dose de 0,5 mcg/kg/minuto e tentar um controle da temperatura.
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