Um paciente de 65 anos, portador de aneurisma de artéria poplítea de 2.5 cm com trombos, tem sua cirurgia
agendada eletivamente. Seu exame físico demonstra
presença de pulsos distais amplos 3+/3+, sem outros
achados dignos de nota. No dia da cirurgia, o cirurgião
responsável identifica presença de pulso amplo na artéria
poplítea 4+/3+, contudo não é identificado pulso distal. O
paciente encontra-se assintomático e o tempo de enchimento capilar é < 2.0 segundos. Qual a conduta adequada para o seguimento do caso?
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