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#3675769

Homem, 62 anos, hipertenso e portador de DPOC leve, chega ao pronto-socorro com palpitações intensas, iniciadas há cerca de 40 minutos, associadas a leve dispneia. Ao exame:


PA 104 × 62 mmHg; FC 188 bpm; FR 22 irpm; saturação 95% AA. Está consciente, sudorético, sem dor torácica. Realizou o ECG a seguir:



(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Foi realizada manobra vagal: sem resposta significativa. Na sequência, foram administradas 6 mg de adenosina, ocorrendo breve pausa e retorno imediato da taquicardia, mantendo o mesmo padrão. Eco portátil: função normal, sem sinais de congestão.


Qual é a conduta mais apropriada nesse cenário?

  • Administrar metoprolol EV 5 mg, pois é a droga de escolha na taquicardia supraventricular por reentrada nodal (TRN).
  • Iniciar diltiazem EV, pois é o fármaco mais eficaz para reverter a taquicardia nos casos refratários à adenosina.
  • Administrar procainamida EV, pois o comportamento pós-adenosina sugere taquicardia por reentrada atrioventricular (TRAV ortodrômica), e bloqueadores nodais isolados podem facilitar condução para via acessória oculta.
  • Proceder à cardioversão elétrica imediatamente, pois a ausência de resposta à adenosina indica instabilidade oculta.
  • Administrar amiodarona EV, pois é segura e eficaz na maioria das taquicardias supraventriculares estreitas.
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