Homem de 55 anos, com histórico de abuso de álcool,
apresenta piora da dor epigástrica nos últimos dois dias.
O abdome está sensível à palpação no epigástrio. Os
exames laboratoriais revelam elevação da amilase e da
lipase. A tomografia revela pancreatite intersticial com
alterações inflamatórias peripancreáticas sem necrose. O paciente é internado, recebe fluidos intravenosos,
analgesia e é mantido sem outra medicação. Ele melhora
nas 72 horas seguintes e recebe alta. Dois meses após, é
atendido em consulta de retorno e relata desconforto epigástrico leve, sem náuseas, vômitos ou perda de peso.
Uma nova tomografia revela uma nova lesão cística de
baixa atenuação, com uma parede fina adjacente ao
corpo do pâncreas, medindo 7 cm. O próximo passo mais apropriado na condução clínica
desse paciente é
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