Não são necessárias extensas leituras sobre o país
para compreender duas de suas particularidades: a longa duração do seu império ultramarino, com a questão
das colônias presente em todos os regimes, movimentos
e resoluções políticas fundamentais; e o fato de o país
ter um imaginário baseado em mitos estruturais permanentes, contidos nas diferentes variantes conjunturais
do nacionalismo. Quanto à primeira característica, basta
lembrar que o ultramar se formou desde o século XV e
esteve presente até a metade do século XX, abrangendo,
portanto, o “velho” e o “novo” imperialismo.
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula:
visita à História Contemporânea. São Paulo:
Selo Negro, 2005. Adaptado)
O trecho trata
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