No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do
cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte
para o estudo do passado mais remoto. Há o risco de
o ensino (e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo subjetivista e cometer um dos (ou todos) três
pecados capitais da explicação histórica: o anacronismo,
o voluntarismo teórico e o descritivismo nominalista.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro
Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015.
Adaptado)
Marcos Napolitano define o voluntarismo teórico como
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