No início do ano de 1798, na cidade de Salvador, amanheceu queimada a forca instalada no largo
em que se erguia o Pelourinho — símbolo máximo do
poder da Coroa portuguesa. O gesto era de desafio,
contestava a autoridade política de Lisboa e dispensava justificações.
Alguns meses depois, na manhã de 12 de agosto,
a cidade acordou semeada de panfletos que pareciam
vir de todo lugar e apanharam de surpresa população e
autoridades. Os panfletos baianos surgiram nos pontos
de maior circulação de pessoas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
As autoras, na obra citada, afirmam que a Conjuração
Baiana
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