O problema, em termos de ensino-aprendizagem, é que o
abandono da diacronia pode transformar o conhecimento
histórico numa sabedoria de almanaque mal digerida, em
que acontecimentos, instituições e movimentos ocorrem
do nada para o nada. Será que é isso o que mais nos
interessa com relação à disciplina História? Misturar Galileu e Einstein ou Espártaco e Zumbi – unidos por algum
“tema transversal” – como se fossem contemporâneos
prontos a dialogar pode desistoricizar suas práticas e
formas de pensamento se não estivermos muito atentos.
(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky.
O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.),
História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No fragmento, os autores enfatizam a importância de o
ensino de História estar fundamentado
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