Esta abordagem do patrimônio histórico, constantemente associada a eventos celebrativos destinados ao
consumo turístico da memória, os quais muitas vezes
esvaziam desta o seu conteúdo, vem se tornando muito
frequente, pois o turismo é um eficaz instrumento de
valorização de bens patrimoniais e de captação de recursos para sua conservação.
Françoise Choay comenta que a ideia de “valorização” do patrimônio tratado como bem de consumo,
atualmente, vem sendo feita de forma antagônica: por
um lado, encontram-se os restauradores que atuam “sob
o signo do respeito”; por outro, são ações “sob o signo
da rentabilidade”, destinadas a “valorizar o monumento
histórico e transformá-lo eventualmente em produto econômico”.
Resultará esta abordagem na destruição do próprio
objeto que se pretende preservar?
(Priscila Henning, “A preservação do patrimônio entre a teoria e a
prática: [...]”. Disponível em: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/
anais/39/1434471575_ARQUIVO_priscila.pdf. Adaptado)
O excerto apresenta debate relativo
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