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#3549363

Mariana, uma recém-nascida de 36 semanas de idade gestacional, nasceu de parto vaginal, sem intercorrências. Seu peso ao nascimento foi 2.450 g, e o exame físico inicial estava dentro da normalidade. Durante a internação, observou-se icterícia nas primeiras 24 horas de vida, o que levou à solicitação de bilirrubina total e frações. Os exames laboratoriais mostraram bilirrubina total de 15 mg/dL, com fração indireta predominante, hematócrito de 48% e reticulócitos aumentados. O teste de Coombs direto foi positivo, e a tipagem sanguínea revelou mãe O positivo e recém-nascida A positivo. A lactação apresentava dificuldades, com perda de peso superior a 7% em relação ao peso de nascimento e sinais de desidratação leve.
Com base nesse caso, qual é a conduta mais apropriada para o manejo da hiperbilirrubinemia em Mariana?

  • O uso de fototerapia não é indicado nesse momento, pois a bilirrubina total ainda não atingiu níveis críticos para risco de encefalopatia bilirrubínica.
  • O tratamento deve incluir fototerapia intensiva imediata e monitoramento rigoroso da bilirrubina sérica, sendo que, caso a bilirrubina continue aumentando rapidamente ou haja sinais de encefalopatia bilirrubínica, deve-se considerar exsanguineotransfusão.
  • O aleitamento materno deve ser suspenso temporariamente, pois a icterícia pode estar relacionada à icterícia do leite materno, sendo indicada fórmula infantil para reduzir a bilirrubina sérica.
  • Como o teste de Coombs direto foi positivo, é necessário iniciar imunoglobulina intravenosa de rotina para prevenir hemólise progressiva.
  • O clampeamento tardio do cordão umbilical foi provavelmente o fator causal da icterícia, e a transfusão sanguínea parcial seria a melhor abordagem terapêutica para eliminar os eritrócitos em excesso.
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