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#3176305
Texto da Questão:

Leia o texto para responder à questão.


        Ao menos mil agentes, entre policiais e militares, entraram, neste sábado (30.09), em Durán, cidade vizinha a Guayaquil e foco da violência do crime organizado no Equador, informaram as autoridades.

           Fortemente armados, os agentes fizeram batidas em residências e percorreram as empoeiradas ruas de bairros pobres em busca de armas, explosivos e drogas. Durante a operação, foram encontrados fuzis, revólveres, cerca de 1.500 munições, coletes à prova de balas e explosivos, segundo um balanço das Forças Armadas.

           O presidente equatoriano, Guillermo Lasso, acompanhou com atenção o início das operações e fez um apelo aos agentes para que usassem as armas contra as quadrilhas, um mal crescente no país, juntamente com o narcotráfico.

            “Usem a arma contra os violentos, contra os que acharam que este cantão é território de máfias, de grupos criminosos organizados”, disse o presidente.

          O ministro do Interior, Juan Zapata, disse que na última semana ocorreu um “pico altíssimo de mortes violentas”, mas que estas diminuíram de 36 a 7 (por semana) com a presença da polícia e dos militares.

         O ministro explicou que “95% das mortes são (causadas pela) violência criminosa” em Durán. Além disso, entre janeiro e setembro, 16 policiais foram mortos e 30 ficaram feridos por armas de fogo, segundo a unidade policial da zona 8, que abrange as cidades de Guayaquil, Durán e Samborondón, no sudoeste do país.


(https://www.em.com.br, 30.09.2023. Adaptado)

As informações do texto permitem concluir que a ação dos agentes em Durán tinha como objetivo

  • afrontar o crime organizado, sob a ordem do presidente e do ministro do Interior, depois que a violência havia arrefecido.
  • combater a violência contra as Forças Armadas, o que já havia causado a morte de 95% dos policiais, além de muitos feridos.
  • coibir o recrudescimento da violência do crime organizado e contava com o apoio do presidente Guillermo Lasso.
  • aplacar a revolta popular contra o governo, uma vez que a maioria das mortes violentas era responsabilidade da polícia.
  • recolher armas, explosivos e drogas da população civil, de forma pacífica, contrariando as ordens do ministro Juan Zapata.
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