Em 14 de novembro, a máquina mais cara e sofisticada
da ciência brasileira começou a testar suas turbinas. O
projeto já consumiu cerca de R$ 1,3 bilhão (de um total
previsto de R$ 1,8 bilhão) e, quando ficar pronto, colocará o país na vanguarda das pesquisas que utilizam esse
tipo de artefato, como as que envolvem a visualização
em altíssima resolução de estruturas de vírus e proteínas (em busca de novas vacinas), de solo (com a ideia
de aprimorar fertilizantes) e de rochas e de novos materiais (para melhorar a exploração de gás e petróleo),
entre outras.
(Folha de S.Paulo. https://bit.ly/2G1oHbX.
Acesso em 25.jan.2019. Adaptado) O texto destaca a inauguração do acelerador de partículas que está sendo construído
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