“(...) Se o Brasil aprendeu a não ter vergonha do lado negro de sua cultura, se o samba virou símbolo de identidade nacional, não aconteceu, em paralelo, um esforço do País em promover social e economicamente seus cidadãos negros e mestiços. Repetidas avaliações dos indicadores sociais demonstram que pretos e pardos — as categorias que o censo identifica como afro-descendentes — estão defasados em relação aos brancos nos índices de distribuição de renda, emprego, educação e saúde.”
(Reis, João José. 500 anos de povoamento /IBGE, 4.° capítulo A presença negra: encontros e conflitos)
I. A maioria da população ainda se concentra nas áreas rurais pouco desenvolvidas das regiões Nordeste e Norte. II. Os negros e pardos têm em média 7,1 anos de estudo. Para os brancos, essa média é de 8,7 anos. III. Os profissionais negros e pardos ganham em média 51,1% do rendimento dos trabalhadores brancos. IV. A população negra e parda compõe cerca de 25% da população total do Brasil, mas representa apenas 10% do PIB nacional.
Os indicadores sociais e econômicos que dão suporte ao texto estão apresentados apenas nos itens
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