A monitorização da função cerebral é essencial em anestesia. O EEG reflete o metabolismo cerebral e é sensível a
alterações no fluxo sanguíneo e na concentração de anestésicos. Monitores derivados (como BIS e Entropia)
transformam essa informação complexa em um formato clinicamente útil. Qual é a principal alteração eletroencefalográfica que indica isquemia cerebral (hipoperfusão) e qual a razão pela
qual os monitores processados são mais eficazes que o EEG bruto para a monitorização da profundidade anestésica?
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