De acordo com Kunz e Trebels (2006), a Educação Física de concepção crítica vem apresentando uma
evolução unilateral. Concentra-se em questionar as limitações da atuação escolar com base no
desenvolvimento de modalidades esportivas e alto rendimento, mas não consegue ultrapassar os próprios
limites de crítica. Ao defender a Educação Física numa tendência Crítico-Emancipatória, os autores apontam alguns
excertos:
I - A Educação Física pode e deve ser discutida do ponto de vista epistemológico, social-filosófico e
cultural.
II - Os aspectos biológicos e técnicos devem ser desconsiderados nas análises da Educação Física escolar.
III - A Educação Física precisa cada vez mais investigar a própria prática e refletir sobre ela.
IV - A produção científica da área não precisa considerar o trabalho didático-pedagógico realizado pelos
profissionais que atuam diretamente na prática.
V - A mudança de olhar em relação ao desenvolvimento de valores, compromisso e interesse pedagógico
deve ser eficaz para revolucionar a prática cotidiana do professor.
De acordo com suas marcações, pode-se afirmar que:
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