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#3462154

A classificação mais usada para avaliar luxações acroclaviculares é a de Rockwood, que gradua as lesões em seis tipos de acordo com integridade dos estabilizadores ligamentares. Assinale a alternativa incorreta: 

  • Tipo II – Há ruptura dos ligamentos acromioclaviculares gerando instabilidade no plano horizontal. Radiograficamente, o espaço acromioclavicular mostra-se alargado devido à rotação medial da escápula e deslocamento posterior da clavícula tracionada pelo trapézio. No exame físico, a extremidade distal da clavícula parece estar discretamente elevada.
  • No tipo III há instabilidade no plano horizontal e vertical causada pela ruptura dos ligamentos acromioclaviculares e coracoclaviculares. Há quebra total do mecanismo suspensor do ombro. Nas radiografias, observamos luxação da extremidade distal da clavícula e aumento do espaço coracoclavicular em torno de 25 a 100% em relação ao lado normal. Há dor à palpação do espaço coracoclavicular.
  • A principal característica da luxação acromioclavicular tipo IV é o deslocamento anterior da clavícula em direção ao trapézio, inclusive podendo transfixá-lo. Clínicamente, observamos a porção anterior do acrômio proeminente. Deve também ser avaliada a articulação esternoclavicular e o plexo braquial.
  • Tipo V - O tipo V se caracteriza pela ruptura do fáscia deltotrapezoidal . O espaço coracoclavicular aumenta cerca de 100% a 300%. Há queda importante do ombro e a clavícula encontra-se subcutânea. Muitas vezes pode haver tração exagerada do plexo braquial.
  • Tipo VI – Pode ser subacromial ou subcoracoide. Esta lesão está relacionada a traumas de grande energia e portanto, podem estar associadas a múltiplas fraturas de costelas e da clavícula.
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