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#2034867

Paciente do sexo feminino, 4 anos, trazida à consulta médica em unidade básica de saúde por seus pais, que trazem história clínica iniciada há cerca de um ano e meio, quando a paciente apresentou episódio de dificuldade respiratória coincidente com sintomas relatados como síndrome gripal. Na época, a paciente necessitou de internação hospitalar por dois dias recebendo diagnóstico de bronquiolite viral. Após a alta hospitalar, passou assintomática por cerca de quatro meses, quando apresentou nova síndrome gripal associada a dificuldade respiratória e sibilância. Não necessitou de internação e teve melhora clínica após terapia inalatória com salbutamol e prednisolona oral. Desde então, a paciente vem apresentando crises de tosse seca durante a madrugada (média de três noites por semana), alguns episódios de sibilância noturna e passou a apresentar dificuldade respiratória e sibilância em todos os resfriados que adquiriu. A paciente possui antecedente de nascimento a termo, parto vaginal, sem história mórbida pregressa ao quadro descrito. A mãe relata ter sido diagnosticada com asma em sua infância, mas que evoluiu na adolescência, e vida adulta sem manifestações dessa doença. No exame a paciente se apresenta em bom estado geral, eupneica, com pele e mucosas coradas, peso, estatura e perímetro cefálico entre os percentis 75 e 80, ausculta cardiopulmonar sem alterações, oroscopia sem alterações e rinoscopia com discreta hipertrofia de cornetos. Assinale a alternativa com a melhor conduta inicial frente ao caso.

  • Prescrever corticosteroide sistêmico e salbutamol inalatório contínuo em três doses diárias. Orientar aumento preventivo da dose do corticosteroide sistêmico e do salbutamol inalatório quando iniciar com sintomas de infecção de vias aéreas. Agendar retorno ambulatorial em dois meses para avaliar o desmame do corticosteroide sistêmico.
  • Solicitar espirometria com broncoprovocação e agendar retorno ambulatorial em um mês. Caso se confirme o diagnóstico de asma, iniciar corticosteroide inalatório contínuo em alta dose. Caso não se confirme o diagnóstico de asma, solicitar pletismografia para descartar distúrbios restritivos pulmonares.
  • Iniciar costicosteroide tópico nasal contínuo e orientar uso de anti-histamínico quando apresentar crise de tosse ou sibilância. Orientar aumento da dose do corticosteroide nasal quando iniciar com sintomas de infecção de vias aéreas superiores. Agendar retorno em dois meses para ajustar dose do corticosteroide nasal.
  • Iniciar antileucotrieno e salbutamol inalatório contínuo em três doses diárias. Orientar início de corticosteroide sistêmico quando iniciar com sintomas de infecção de vias aéreas. Agendar retorno em quatro meses com resultado de espirometria com broncoprovocação.
  • Prescrever corticosteroide inalatório contínuo em dose baixa, associada a salbutamol inalatório quando tiver crises de tosse e sibilância. Orientar aumento preventivo da dose do corticosteroide inalatório quando iniciar com sintomas de infecção de vias aéreas e buscar atendimento de urgência em caso de dificuldade respiratória persistente. Agendar retorno ambulatorial em um intervalo de dois meses para avaliar a persistência dos sintomas.
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