Esta doença emergente na suinocultura brasileira, apesar de não causar impactos de saúde
pública e nem embargos econômicos, deve ser rapidamente notificada aos órgãos oficiais de
defesa sanitária animal no surgimento de qualquer suspeita. Isso se deve ao fato de ela ser
clinicamente indistinguível das doenças vesiculares de suínos (febre aftosa, doença vesicular do
suíno, exantema vesicular do suíno e estomatite vesicular), que são todas de notificação
obrigatória. O agente causador da doença em questão é:
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