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#1777181

Leia o que dizem Marcuschi e Dionísio sobre o trabalho com a oralidade: “Em si não haveria necessidade de justificar o trabalho com a oralidade em sala de aula, pois parece natural que isso deva ocorrer. O espantoso é que se tenha demorado tanto para chegar a esse reconhecimento. O que deveria ser explicado é o escândalo da ausência, e não a estranheza da presença do trabalho com a oralidade na sala de aula, ao lado do trabalho com a escrita.”
MARCUSCHI, L. A.; DIONÍSIO, A. P. Princípios gerais para o tratamento das relações entre a fala e a escrita. In: MARCUSCHI, L. A.; DIONÍSIO, A. P. (org.). Fala e escrita. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 8.
Com relação ao trabalho com gêneros orais em sala de aula, é correto afirmar que:

  • no Brasil, a oralidade começa a ganhar espaço em sala de aula no início do século XX.
  • o trabalho com a oralidade em sala de aula tem como centralidade a dicção e a postura da voz.
  • há gêneros tipológicos da oralidade idênticos a gêneros tipológicos da escrita.
  • na comparação entre a fala e a escrita, deve-se considerar ocontinuumtipológico.
  • o eixooralidade, na BNCC, compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com contato face a face, sendo as demais desconsideradas.
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