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#1754717

A mortalidade materna no Brasil foi de 107,53 por 100.000 nascidos vivos em 2021, muito além da meta preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 30 mortes por 100.000, segundo dados do Observatório Obstétrico Brasileiro em 2022. Uma das causas principais é a síndrome hipertensiva específica da gestação (SHEG), que pode afetar a mulher e a evolução do feto. A SHEG pode evoluir para pré-eclâmpsia e eclâmpsia, sendo este estágio de altíssimo risco para vida de mãe e feto/bebê. Pesquisas revelam deficiências no atendimento pré-natal, na assistência ao parto seguro e no período puerperal. O enfermeiro precisa estar atento aos sinais e sintomas em toda consulta do pré-natal e prestar atendimento personalizado a fim de prevenir complicações. Sobre essa síndrome, assinale a alternativa correta.

  • A hipertensão arterial diagnosticada após 20 semanas de gestação em mulheres antes normotensas e a presença de proteinúria são sinais indicativos de risco para pré-eclâmpsia.
  • Se a gestante com hipertensão diagnosticada após 20 semanas de gestação não apresentar edema em membros inferiores, cefaleia e visão alterada, não há risco para pré-eclâmpsia.
  • Uma forma de diminuir riscos da pré-eclâmpsia e da eclâmpsia é o nascimento da criança, e, assim sendo, não há risco de uma puérpera desenvolver esta síndrome.
  • Nas gestantes com 20 semanas ou mais de gestação, o aparecimento da convulsão tônico-clônica e o coma caracterizam o distúrbio em pré-eclâmpsia grave.
  • No momento do diagnóstico, se for pré-eclâmpsia sem sinais de risco, a conduta imediata é a gestante ser liberada para o domicílio.
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